
No entanto foi D. João I, que nos meados do séc XIV, mais propriamente em 23 de Agosto de 1395, promolugou em carta régia a organização do primeiro Serviço de Incêndios de Lisboa.
Os homens, em especial carpinteiros e calafates, deveriam ocorrer aos incêndios, com machados e as mulheres com cântaros de água, alem deles os pregoeiros deveriam de noite avisar todos de que apagassem os lumes de casa.
O mesmo ocorreu no Porto, tendo a Câmara, em reunião de 14 de Julho de 1513, feito eleger alguns cidadãos que tinham como função verificar se, a uma determinada hora indicada pelo sino da noite, eram apagados todos os lumes que podesse causar incêndio. Também aqui os carpinteiros e outros cidadãos, receberiam machados para acudir aos incêndios na cidade.
O rei D. João IV, conhecendo o que então se fazia em Paris, mandou que se adquirissem equipamentos e outro material diverso, como escadas, bicheiros de ganchos e duzentos galões de couro cru, para transporte de água.
A Câmara do Porto, cede aos Bombeiros, habitações para que, em troca, acudam sempre que se toque a sino a incêndio (ou seja o que nas aldeias era feito até há bem pouco tempo nos sinos das igrejas, o toque a rebate e que hoje é feito pelas sirenes dos bombeiros)
Em 28 de Março de 1678, D. Afonso VI, manda que se construam "estações para arrecadação de aparelhos e ferramentas", ou seja os primeiros quartéis de Bombeiros.
Informação retirada do livro - BOMBEIROS DE GOUVEIA (1904-2004)
O mesmo ocorreu no Porto, tendo a Câmara, em reunião de 14 de Julho de 1513, feito eleger alguns cidadãos que tinham como função verificar se, a uma determinada hora indicada pelo sino da noite, eram apagados todos os lumes que podesse causar incêndio. Também aqui os carpinteiros e outros cidadãos, receberiam machados para acudir aos incêndios na cidade.
O rei D. João IV, conhecendo o que então se fazia em Paris, mandou que se adquirissem equipamentos e outro material diverso, como escadas, bicheiros de ganchos e duzentos galões de couro cru, para transporte de água.
A Câmara do Porto, cede aos Bombeiros, habitações para que, em troca, acudam sempre que se toque a sino a incêndio (ou seja o que nas aldeias era feito até há bem pouco tempo nos sinos das igrejas, o toque a rebate e que hoje é feito pelas sirenes dos bombeiros)
Em 28 de Março de 1678, D. Afonso VI, manda que se construam "estações para arrecadação de aparelhos e ferramentas", ou seja os primeiros quartéis de Bombeiros.
Informação retirada do livro - BOMBEIROS DE GOUVEIA (1904-2004)
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